O QUE FAZER EM SÃO PAULO

Embora nosso voo tenha saído bem cedinho de Curitiba, quando chegamos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, acabamos chamando o Uber Pool, que nada mais é que compartilhar sua corrida com outro passageiro (esta modernidade ainda não chegou em Curitiba, não recomendo). Resumindo, como a corrida das outras duas passageiras era mais perto do aeroporto, elas foram primeiro e demoramos mais tempo que o previsto para chegar em nosso hotel.
Optamos por ficar hospedados no Ibis da Avenida Paulista, devido a localização e a facilidade de locomoção.

Aproveitamos o fim da manhã para passear pela Oscar Freire, tomar café no Starbucks e ir ao MASP – Museu de Arte de São Paulo. Além da arquitetura incrível de Lina Bo Bardi e do vão livre que sempre me surpreende, fiquei um pouco chocada com a quantidade de mendigos e drogados embaixo do prédio, próximo ao mirante. Desde a última vez que estive no MASP, percebi que a insegurança aumentou muito.

Já no período da tarde fomos ao Parque do Ibirapuera, que eu ainda não conhecia. Realmente, o parque é enorme, arborizado e tinha muita gente praticando esportes. Também, adorei conhecer o Auditório Ibirapuera e o Museu de Arte Moderna de São Paulo, ambos com formas muito diferentes, projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

No dia seguinte a cidade de pedra amanheceu cinza, mas mesmo assim não desistimos de passear. A fim de otimizar o tempo e não pegar transito, decidimos que o metro seria o mais indicado.
Fomos até a Biblioteca Mário de Andrade, a Catedral e Praça da Sé e também a Praça das Artes. Sendo que, esta ultima não é muito visada pelos turistas, mas eu queria muito conhecer, pois usei o seu projeto como inspiração para o meu trabalho final de graduação. Para vocês terem uma noção, a Praça das Artes está localizada no centro da cidade de São Paulo, uma área que já foi considerada muito perigosa, mas que através da música, do teatro e demais cursos e atrações, conseguiu trazer um pouco de segurança aos moradores e frequentadores desta região.

Depois de tanto andar, bateu uma fome!! Hora do rango, né? Escolhemos o famoso sanduíche de mortadela no Mercado Municipal, que é realmente uma delicia. E já que a Pinacoteca e a Estação da Luz ficam bem próximas ao mercado, demos uma passadinha.

Para finalizar, em nosso último dia fomos ao Beco do Batman e para quem ama fotografia como eu, PRECISA muito ir, tem grafites incríveis para todo gosto. Bem pertinho dali tem a Pracinha do Seu Justino que vale muito a pena parar para tomar uma cerveja.

Infelizmente, é hora de voltar.
São Paulo é maravilhosa, o suficiente para um dia eu ter pensando em morar lá. Mas, é aquela cidade que uma hora ou outra você sempre volta.

OBS: Como fomos a trabalho, a noite tínhamos evento, não pudemos ir em nenhum restaurante diferente, mas tomamos muito café na Bella Paulista, uma padaria com milhares de opções de doces e salgados, super indicamos.

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